5 dicas para aumentar a auto estima e ser uma super mulher



Sempre tem aquele dia em que não acordamos bem, sem vontade de olhar no espelho. É aí que nossa auto-estima vai pelo buraco e acaba com a gente.
Mas para que isso não aconteça e você possa se sentir bem, feliz e principalmente uma super mulher, separamos algumas dicas que podem te ajudar.
Pensando positivo: Faça uma lista das suas melhores qualidades, desde cozinhar até fazer contas de matemática. Pendure a lista em um lugar bem visível, por exemplo, a geladeira, e olhe pra ela diariamente. Assim você começará a ver seus valores e talentos.
Respeito e consideração: O que você realmente precisa para se sentir feliz e realizada? Pode até parecer difícil responder, mas encontrando coisas que te fazem bem, você deve colocá-las em prática e buscar o respeito e consideração por si própria.
Perceba o negativo: Quando aquele diabinho ficar falando mais alto que o anjinho no teu ouvido, você precisa saber identificar. Às vezes é só uma besteira e você está deixando de sorrir e viver por isso. Repita sempre: “sou melhor que isso”.
Agora se o que você pensa tem parte de verdade, absorva e veja o que precisa ser melhorado.
Não se compare: A grama sempre parece mais verde no jardim do vizinho. O que esquecemos é que todo mundo tem momentos difíceis. Encontre aquilo que você realmente gosta de fazer e invista em suas potencialidades. Cuide da sua aparência e esqueça os modismos, use roupas e acessórios que destaquem o que há de mais bonito em você. Não faça esporte apenas para conquistar o corpo perfeito, mas também para ter qualidade de vida. Pense em você!
Tome iniciativa: Não se faça de vítima. Não importa de quem é a culpa, sua, dos outros, da vida, enfim, pense que isso não faz diferença. A sua preocupação agora é solucionar os problemas. Pense em tudo o que te incomoda e procure soluções. A maior parte das mudanças que queremos fazer em nossas vidas só depende de nós mesmas.

Show de Criatividade: camisa usada ao contrário!


Amamos moda e tudo que se cria através dela. A Emporium Nalu existe exatamente pra isso, pra ajudar a sua imaginação a criar asas, para que você fique cada vez mais linda. 
Todo armário se multiplica e ganha muitos pontos quando somos criativas. Sem mencionar que, em épocas de ‘vacas magras’, faz um bem danado, não é mesmo?! 
Encontramos esse look super ousado e criativo e merece compartilhamento. Créditos para “Vanessa Vasconcelos, do "Decor e Salto Alto". Registramos aqui os nossos aplausos! 
Eis, então, a nossa inspiração do dia. Quem se arrisca?!
Kisses and huggies!



A tal da barriga negativa



Bem mulheres, acabou-se a fase das mulheres frutas, bombadas, paniquetes, etc. Voltou a moda do corpo magro. Elogiar uma mulher atualmente não é dizer que ela está linda, mas sim que ela está magraaaa! Mas a nova febre atualmente é mesmo a tal da barriga negativa. Não acredito que você ainda não saiba... É aquela barriguinha seca, onde a calcinha do biquíni fica suspensa pelos ossos. A nova onda tem gerado algumas polêmicas.

Tudo começou graças a exposição de uma foto no Twitter da modelo Candice Swanepoel. Isso acarretou debates sobre até que ponto as pessoas chegam para atender certos padrões estéticos.

Em poucos dias, a barriga negativa se tornou o sonho de consumo da mulherada. Para aquelas que ainda estão por fora, a novidade que se tornou um grande divisor de águas trata-se do formato côncavo da musculatura abdominal que é diminuída para que o osso do quadril e da costela fique em destaque. Por causa dela, ditou-se um suposto novo padrão de beleza.

A polêmica não fica só em torno da perda de gordura magra que pode comprometer a sustentação da coluna, mas por requerer uma magreza que pode não ser vista como saudável. Para deixar o abdome côncavo, há quem abandone totalmente os carboidratos e se entregue a dietas carentes em proteínas e fibras que fazem o organismo funcionar melhor.

Por isso, a preocupação com relação à barriga negativa também se estendeu aos casos de distúrbios alimentares, onde uma pessoa pode ficar tão obcecada para ter o abdome sequinho que não ingere nenhum alimento para “zerar” as gorduras, dando espaço para a anorexia e a bulimia. Sem contar que esse desejo pode acarretar a dismorfia corporal, ou transtorno de imagem, que faz a pessoa perder a noção da realidade e a faz ver defeitos corporais que não existem.

Dessa forma, a obsessão para atingir a barriga negativa ou até mesmo o peso ideal em curto espaço de tempo faz com que uma pessoa recorra a medidas extremistas que afetam a saúde.

Ter esse tipo de padrão na região abdominal não está ao alcance de todas as mulheres, pois é pedido um biótipo certo para alcançar essa “nova” estética. Assim, é preciso estar consciente dos prós e dos contras com relação à vontade de ter a barriga negativa e do quanto isso é possível e vantajoso. O recomendado é fazer a rotina básica, com atividades físicas, uma alimentação saudável e acompanhamento médico para ter o abdome em dia.

Conquistar o abdome perfeito requer muitos sacrifícios, especialmente para a mulher que apresenta quadros de ansiedade e estresse no decorrer da rotina. Quebrar a dieta é muito mais fácil, ainda mais quando se quer descontar a raiva em uma barra de chocolate. Por isso, antes de recorrer às tendências que prometem um corpo sarado, consulte um médico. Dessa forma, você foge da frustração e mantém o organismo e o corpo saudáveis.

Mas quer saber a realidade, mais importante que ter uma barriga negativa, ou positiva, ou seguir qualquer padrão de beleza imposto por alguém, é estar feliz consigo mesma, cuidar da saúde, ter estilo e personalidade independente do peso ou da estrutura corpórea. O importante é se amar! O resto... é resto!

recém-mamães: "_Ôh vida dura!"

Pessoas lindas, aproveitando esse cheirinho de maternidade no ar, já que nossa querida Nany deu a luz a poucos dias, viemos trazer esse delicado "post" pras recém-mamães.
O nascimento de um bebê traz consigo a renovação das esperanças, a possibilidade de uma vida mais significativa, e as pessoas, de forma geral, tendem a deixar de lado as dificuldades envolvidas no puerpério. Em muitos casos, as recém-mamães se sentem desamparadas, deprimidas, não sabem como administrar o novo momento de suas vidas, vivenciando um período de angústias e tristezas. Ao lado disso, ainda se sentem culpadas, pois deveriam estar felizes e agradecidas, mas na realidade podem pensar em como suas vidas estavam adaptadas antes de serem mães.  Sentir-se assim é mais comum do que se imagina nos primeiros meses após o parto.
A primeira angústia que surge é quanto ao aleitamento, se terá leite suficiente ou mesmo se o bebê aceitará a amamentação. Tais perguntas escondem a real preocupação que é a possibilidade de falhar como mãe, pois a maternidade é, agora, um fato consumado. Dessa maneira a permanência no hospital é sentida como apaziguadora, no sentido que proporciona à puérpera e seu filho toda a assistência e cuidados de que necessitam.
Mas chega o dia da alta hospitalar e, com ela, o retorno ao lar. O medo de assumir sozinha as responsabilidades para com o bebê, aumenta a insegurança materna. Além disso, as atenções especiais, as comemorações e visitas começam a diminuir, enquanto que as obrigações assumem proporções imensas. Novamente se intensificam as angústias quanto à maternidade. O medo de não corresponder à figura de mãe idealizada une-se ao temor de não saber cuidar do bebê.
Os primeiros dez dias do pós-parto são os piores. Com os seios inchados e doloridos e ainda sentindo dores se o parto foi cesárea ou mesmo normal, o próprio estresse físico e emocional do trabalho do parto, a perda do ninho protetor que era o hospital, o não reconhecimento do próprio corpo, os deveres que a esperam, sem saber se dará conta, sua vida pessoal e profissional, tudo isso contribui para o aparecimento do baby blues ou depressão pós-parto. Neste momento, torna-se fundamentalmente necessário o apoio familiar e de amigos, que auxiliem e estimulem a recém-mamãe a exercer suas atividades maternas, revezando-as com ela, para que também possa descansar.
O confronto com o corpo atual é um aspecto difícil a ser superado, pois já havia se acostumado com a imagem do corpo grávido. Embora vazio, não o reconhece como sendo o mesmo anterior à gravidez e em nenhum outro momento de sua vida. A abstinência sexual vem fortalecer o sentido de fealdade na mulher, de perda da sensualidade e do poder de sedução e que a leva, muitas vezes, a suspeitar da fidelidade do companheiro.
Outra grande angústia materna é o compartilhar do bebê com outras pessoas, inclusive com o próprio pai da criança, pois enquanto grávida tinha exclusividade na relação com ele, que era sentido como apenas seu.
Muitas mulheres sentem-se desapontadas com seus companheiros, por acharem que não estão recebendo o apoio e carinho esperados, como também, por senti-los indiferentes ao bebê. Cabe aqui ressaltar que, por ser a mulher a fonte geradora, o vínculo entre ela e o bebê vai se estabelecendo com o decorrer da gestação. O vínculo entre pai e bebê forma-se de maneira mais lenta, também porque de início, o filho é percebido como um grande rival, pois mobiliza todas as atenções e cuidados de sua companheira. Assim, muitos pais estarão se sentindo abandonados e necessitados de apoio e conforto, pois também se encontram angustiados e atemorizados quanto ao presente e futuro e se perguntando se serão capazes de prover e proteger a nova família. Muitos também apresentam dificuldade em reassumir a vida sexual ativa com medo de machucar a mulher ou por perceber o quanto se sente cansada e confusa com as novas responsabilidades, ou mesmo por estarem com ciúmes e inveja da íntima relação mãe-bebê, principalmente no momento da amamentação, quando se sentem excluídos da relação.
Decididamente, o pós-parto é um período muito delicado, porém riquíssimo em aprendizagens. Pais e filhos estarão exercendo a capacidade de se conhecer e de se reconhecer como família. Para tanto, faz-se necessário o principal aprendizado que é o sentido de doação, ou seja, que os pais doem a seu filho um lugar físico e psicológico, que antes era só deles, para que se sinta pertencente e acolhido emocionalmente pela própria família que o concebeu.

Relacionamentos... por Arnaldo Jabor #Ele usa bem as palavras#


Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:- 'Ah,terminei o namoro...'- 'Nossa,quanto tempo?'- 'Cinco anos...Mas não deu certo...acabou'-É não deu... Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
 Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos esta coisa completa. Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama. Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.Tudo nós não temos. Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...Acho que o beijo é importante...e se o beijo bate...se joga...se não bate...mais um Martini, por favor...e vá dar uma volta. Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Não lute, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não. Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família? O legal é alguém que está com você por você. E vice versa. Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar,seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói. Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo. E nem sempre as coisas saem como você quer...A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias. E nem todo sexo bom é para namorar. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. Nem todo sexo bom é para descartar.Ou se apaixonar. Ou se culpar.Enfim...quem disse que ser adulto é fácil?

20 coisas para fazer e dar sentido à vida - Por "Iris Apfel".

A decoradora norte-americana Iris Apfel é sinônimo de irreverência e individualidade, uma espécie de oráculo do estilo pessoal, cultuada nos círculos internacionais da moda. Na segunda metade do ano passado (2013), veio ao Brasil pela primeira vez, em evento realizado em SP.
Aos 92 anos, Iris acompanhou o nascer das tendências e sua posterior decadência, temporada após temporada. "Nunca há nada novo na moda. As coisas acontecem em ciclos", disse ela. Iris, como sua imagem anuncia, condena a rapidez com que a moda vai e vem hoje em dia. "Cada um deveria conhecer seu estilo próprio. Não acho que seja uma boa ideia usar todas as tendências e mudar de estilo a cada dois minutos", falou.
De tempos em tempos, contou, aparecem propostas que a interessam. "Mas sempre procuro pelo mais bizarro", completou. Seu olhar é mais focado em arte do que na moda propriamente dita. Seu guarda-roupa não liga para as grifes de luxo, apesar de ter Ralph Rucci como um de seus favoritos, e prioriza as peças mais simples, sem muitos detalhes. "Assim, posso eu mesma complementar com acessórios", contou. No dia a dia, vive em calças jeans.
Questionada se a excentricidade poderia transformar o individualismo em um personagem, aprisionando seu criador, Iris foi enfática: "ser um personagem é ser quem você é, ser honesto com quem você é, não um prisioneiro".
A senhora Apfel está sempre pronta a dar conselhos aos mais jovens, partindo do posto de quem tem muito a ensinar. "Abram os seus mundos e a sua mente. Sejam curiosos. Não olhem, mas enxerguem; não ouçam, mas escutem", falou.
Na última revista Veja Luxo – edição de dezembro 2013 – a lendária Iris Apfel,  fala de 20 coisas para fazer e dar sentido à vida. Acho pertinente a lista em um momento tão especial, pois é ano novo, início de um novo ciclo, momento onde inevitavelmente acabamos fazendo reflexões sobre a vida, fazendo planos, traçando metas.
Sendo ideias vindas de alguém com tanta sabedoria e sucesso, espero que as mesmas sejam inspiradoras para vocês, assim como é pra nós da Emporium Nalu.
Seguem...
- Cultive pelo menos uma marca registrada no look. A minha são os óculos gigantes;
- Pense positivo;
- Tenha orgulho da sua idade. Eu celebrei cada dia dos meus 92 anos;
- Arrume-se. É um exercício de criatividade;
- Use a moda para tirar você do baixo-astral;
- Seja interessante;
- Prefira ficar sozinho a aguentar a companhia de gente chata;
- Pinte as unhas;
- Saiba qual pose favorece você numa foto;
- Durma nas manhãs de domingo;
- Mantenha-se curioso;
- Liberte-se da ideia de achar que você precisa se parecer com todo mundo ao seu redor;
- Vista jeans;
- Pare de se importar com o que os outros pensam de você;
- Retoque permanentemente o batom;
- Nunca se aposente;
- Use bijus com turquesa, âmbar, jade;
- Aprenda a ouvir – é muito diferente de apenas escutar;
- Diga não sem perder a elegância;
- Vá ao zoológico com um amigo.


PS: Ela é mega fofa, não acham!? "Cute!"
Esperamos que tenham gostado!!!
Beijos e até breve com mais novidades cheias de estilo para compartilharmos e nos enriquecermos mutuamente.

Looks Inspirações para a primeira sexta feira do ano de 2014






 
 
 
 
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